Segurança e abastecimento são destaques na temporada

06 de abril de 2016

Segurança e abastecimento são destaques na temporada de verão em Balneário Camboriú

Cidade avançou na diminuição dos homicídios e passou ilesa pela falta de água ou energia em períodos de maior movimento

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Mais de 1,7 milhão de pessoas passaram pela cidade nesta temporadaFoto: Lucas Correia / Agencia RBS

Mais de 1,7 milhão de pessoas passaram pela temporada de verão em Balneário Camboriú, segundo dados da prefeitura. Tanta gente circulando pôs à prova os sistemas de abastecimento e segurança, que receberam destaque na avaliação do trade turístico. Além de zerar o número de homicídios e manter equilibrados outros índices, o município não deixou faltar água e energia nos dias de maior movimento.

Um dos reforços mais significativos foi no número de policiais militares circulando pela cidade. Nesta temporada, Balneário Camboriú recebeu 103 profissionais a mais, enquanto em 2014/2015 foram apenas 28 policiais durante a Operação Veraneio. A presença dos helicópteros das Polícias Militar e Civil também ampliaram a área de cobertura e auxiliaram em ocorrências médicas.

– Nós crescemos muito em relação à temporada anterior. O efetivo disponibilizado foi muito próximo do que poderíamos ter e a redução mais significativa foi o índice de homicídios – avalia o comandante do 12º Batalhão da PM, tenente-coronel Evaldo Hoffmann.

Do dia 22 de dezembro ao dia 28 de fevereiro, o município não registrou assassinatos. Já na temporada anterior foram quatro homicídios. Também caíram os indicadores de furtos, que passaram de 255 para 234 neste ano, e de ocorrências de perturbação de sossego, de 1.995 para 1.727. Por outro lado, subiu 8% o número de ocorrências registradas, foram 9.604. Houve ainda aumento nos números de acidentes de trânsito, que passaram de 682 para 857 neste ano; nos roubos, de 90 para 95; e nos registros de posse de drogas, de 121 para 161.

O aposentado Venâncio Cajal Filho afirma que Balneário Camboriú é a praia em que mais se sente seguro. O comerciante Leonardo Araújo Francês, também concorda com o aposentado. Para ele, a cidade está bastante tranquila e a criminalidade não preocupa.

– A loja fica aberta 24 horas, mas é muito raro precisarmos acionar a polícia. Antigamente eu ficava mais apreensivo ao andar pelas ruas, mas hoje está bem mais tranquilo – afirma.

Abastecimento de água e energia foi ponto positivo

A falta de água e luz eram os principais problemas registrados pelo trade turístico durante as temporadas de verão anteriores em Balneário Camboriú. Neste ano, acabaram sendo pontos positivos na avaliação. Nos períodos de maior movimento não houve desabastecimento do sistema de água ou grandes quedas de energia. Casos pontuais chegaram a ser registrados, mas não interferiram na rotina de moradores e turistas.

Diretor-geral da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) na época, Marcelo Achutti afirma que a adutora que estava sendo construída para minimizar a falta de água não ficou pronta no prazo e foi necessário achar uma solução paliativa: a interligação com uma rede antiga.

Além dessa estratégia, a empresa também ampliou a capacidade de captação de água do Rio Camboriú. Já a regional da Celesc em Itajaí investiu mais de R$ 10 milhões em melhorias para atender a região de Balneário. Entre Natal e Réveillon, as 79.132 unidades consomem três vezes mais energia que no período de inverno.

– Foram construídos dois novos alimentadores para suprir a demanda da Barra Sul, além de 17 quilômetros de uma nova linha de transmissão entre Itajaí e Balneário. Também colocamos um transformador provisório na subestação Camboriú Centro para aumentar a capacidade de atendimento – explica o gerente da divisão técnica da Celesc, Luiz Carlos da Silva Xavier.

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Foto: Lucas Correia | Segurança foi um dos destaques


Hotelaria, comércio e serviços confirmam boa temporada

O trade de Balneário Camboriú confirmou esta temporada de verão como a melhor dos últimos anos. Além de avançar nas questões de abastecimento e segurança, hotéis, comércios e restaurantes investiram em infraestrutura e na capacitação do atendimento ao turista. Os números do setor refletem o bom desempenho. A ocupação hoteleira se manteve constante durante todo verão e houve aumento de 8% em relação a 2015. Os hotéis ainda ampliaram o número de leitos para 23 mil no fim do ano passado – 4 mil a mais do que em 2014.

– Um dos motivos desse resultado é que tivemos uma temporada mais estendida com a antecipação do Carnaval e da Páscoa. Nesse período, a ocupação se manteve entre 87% e 88% – afirma a presidente do Conselho Municipal de Turismo (Comtur), Dirce Fistarol.

Para ela, três fatores estimularam o movimento no município: o trabalho de divulgação feito pelo trade em todo Mercosul; o planejamento do setor turístico sobre questões que tradicionalmente afetavam a temporada, como abastecimento e segurança; além da questão econômica e do dólar em alta, que estimulou os brasileiros a ficarem no país durante as férias.

– Agora temos que manter essas melhorias e fazer com que a sociedade continue mobilizada, porque outros destinos já estão fazendo isso – observa Dirce.

No comércio, a temporada de verão foi salva pela presença dos estrangeiros, principalmente argentinos e paraguaios. Apesar de não ter os resultados fechados, o presidente do Sincomércio, Hélio Dagnoni, diz que a maioria dos comerciantes está comemorando o bom movimento.

– Os argentinos e paraguaios deram uma oxigenada nas vendas do comércio. Houve gente que acabou fechando sua empresa, mas foi porque já vinha mal em função da crise. De modo geral a temporada foi boa, com o maior movimento concentrado em janeiro – aponta Dagnoni.

O verão também atendeu as expectativas do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da região (Sindisol). O presidente Alessandro Fondini relata que a hotelaria teve um desempenho melhor que os demais segmentos – um dos motivos é que restaurantes e bares foram mais afetados pela crise que o país enfrenta.

VIA O SOL DIÁRIO

 

É hora de comprar imóvel para morar aconselham especialistas

11 de novembro de 2014

É hora de comprar imóvel para morar, aconselham especialistas

POR MERCADO IMOBILIÁRIO · 10 DE NOVEMBRO DE 2014

Quem planeja comprar um imóvel nas grandes cidades brasileiras sabe que a procura não é tarefa fácil e os preços fogem da realidade quando comparados ao tamanho do imóvel, cada dia mais reduzido. Mas esse cenário começa a mudar e quem quer comprar um lugar para morar deve ficar atento a oferta, que está alta, e saber que este é um bom momento para barganhar.

Em cidades reconhecidas pelo alto custo de vida, como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, os preços de casas e apartamentos já sobem menos do que a inflação, mesmo que registrem o valor mais alto do metro quadrado do País – R$ 10.830, R$ 8.301 e R$ 8.089, respectivamente.

Os dados são do Índice Fipe-Zap, divulgados na quarta-feira (5). O indicador acompanha o preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos em 20 municípios brasileiros com base em anúncios da internet.

Segundo estimativa do Boletim Focus, do Banco Central, a variação do IPCA (inflação oficial medida pelo IBGE) de outubro deve ficar em 0,50%, enquanto levantamento do Índice Fipe-Zap mostra que a alta no preço do metro quadrado em sete importantes cidades brasileiras deve ser inferior ao aumento da inflação. São elas: São Paulo (0,30%), Rio de Janeiro (0,35%), Salvador (0,48%), Fortaleza (0,03%), São Caetano do Sul (0,17%); as cidades de Brasília (-0,02%) e Florianópolis (-0,55%) registraram recuos nos preços.

“Sempre é o momento de comprar imóvel para morar porque é investir em algo que é seu. Mas agora a hora é convidativa porque, no ano e em todo o Brasil, o aumento de preço médio nos imóveis anunciados na internet é menor que 9%, enquanto a inflação oficial está quase em 33%”, afirma Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, sindicato que representa empresas de habitação em São Paulo.

Bruno Vivanco, vice-presidente de Abyara, concorda que o momento seja propício devido aos estoques altos. Segundo os levantamentos da empresa imobiliária, há três anos se vendia de 80% a 90% das unidades em lançamentos, enquanto hoje as vendas ficam entre de 30% a 40%.

Vivanco ressalta que os preços sofrem ajustes, mas não chegam a cair porque subiram em alta velocidade nos últimos sete anos – apoiados no programa federal Minha Casa Minha Vida, na expansão de empresas imobiliárias, nos maiores prazos de financiamento e no aumento do crédito.

“Hoje o cenário é justamente o contrário e segue o baixo nível da atividade econômica. Há ainda um fator negativo no mercado imobiliário, está havendo devolução de unidades”. Vivanco explica que imóvel parado e pronto é custo para as empresas do setor que têm de pagar IPTU e condomínio.

O que saber para fazer uma boa compra

Os especialistas consultados pelo iG avisam que é preciso desconfiar de feirões e descontos muito grandes. “Muitas vezes, esse tipo de evento eleva o preço antes de anunciar e no fim dá desconto de 5%, dizendo que é de 40%. O empreendedor teve custos ao longo do ciclo produtivo e se der esses descontos enormes, tem prejuízo”, avalia Vivanco. Um desconto possível e real ficaria em torno de 15% do valor do imóvel”.

Outra dica importante do executivo é deixar para comprar um apartamento ou casa em condomínio em um empreendimento novo, perto da entrega e com estoque. “A venda é facilitada porque o empreendedor não quer ter estoque na entrega, já que terá de arcar com custos. O vendedor negocia bem nessa situação”, diz.

Para Petrucci, do Secovi-SP, a combinação entre pesquisa de preço, de produto e paciência para fechar o negócio também é indicada para se fazer um bom negócio.

“É preciso evitar a pressa ao fazer um negócio. Comparar, pesquisar, olhar muitas opções e ver o que dá mais mobilidade de transporte, visitar empreendimentos em horários diferentes para saber qual a intensidade do sol e em qual parte do dia”, ensina Petrucci, do Secovi-SP.

Apartamentos em andares altos e com face para o sol são mais valorizados, por isso, se o dinheiro está curto escolha unidades em andares baixos.

Fonte: IG

 

Saiba como Investir em Imóveis.

07 de abril de 2014

  

como investir em imoveis
 
  
Você sabe qual é o investimento preferido das mulheres brasileiras? Imóveis. 
 
Segundo um levantamento da consultoria paulista Quorum Brasil feito a pedido da revista IstoÉ Dinheiro, uma em cada cinco mulheres investia em imóveis:
 
 
Em 2013, essa relação passou para uma em cada três mulheres! Este tipo de investimento costuma atrair a atenção do público feminino por ser uma alternativa de longo prazo, considerada mais segura. Com base nessas informações, aprenda como investir em imóveis:
 
1. Antes de Comprar: 
 
Investimentos em imóveis podem ser uma alternativa bem popular entre mulheres, mas antes de tomar sua decisão, você precisa considerar alguns fatores. O principal deles é o fato de ser uma opção de longo prazo com baixa liquidez. 
 
Isso significa que se você for precisar do dinheiro em pouco tempo, investir em imóveis não é uma opção recomendada. Segundo Nick Dagan, diretor da Esser Incorporadora, o prazo mínimo para um investimento imobiliário é de 3 anos. “A investidora precisa ter a tranqüilidade de que não necessitará do valor investido neste período”, explica.
 
2. Poupança Forçada:
 
Já que o valor que você quer investir estará (literalmente) imobilizado, comprar um imóvel como um investimento pode ser uma boa opção para sua poupança. “Muitas vezes, o investimento imobiliário é uma poupança ‘forçada’: uma maneira de nos obrigar a não ‘torrar’ nossa liquidez e poder aumentar nosso patrimônio”, afirma o diretor da Esser.
 
3. Tenha seus objetivos Claros:
 
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Na hora de comprar um imóvel, você precisa saber se a sua idéia é investir para depois revender ou então para alugar e contar com uma renda mensal.


Se a opção for à revenda, investidores normalmente optam por comprar um imóvel na planta, esperam a entrega dele e então procuram um comprador. 
 
Quem compra na planta normalmente paga valores mais baixos pelo imóvel, então vender na hora que ficou pronto pode ser uma oportunidade. Neste caso, você precisa então pesquisar por quanto se vende um imóvel semelhante pronto, de preferência com localização semelhante ao do imóvel que você está de olho.
 
Se a sua opção for comprar para alugar, você também precisa começar pela pesquisa. “Pesquise por quanto se aluga um imóvel pronto semelhante ao que pretende adquirir, compare o valor do aluguel com a importância investida. Esta será a rentabilidade da aplicação. 
 
“Para saber se vale a pena, você pode comparar com uma aplicação financeira”, ensina Nick. Desta forma, você consegue saber de forma muito clara o tipo de retorno que você pode esperar na hora que começar a receber o aluguel, e como isso se compara com uma aplicação no mercado financeiro, que não exige todo o trabalho envolvido em um investimento imobiliário.
 
4. Saiba os Custos: 
 
Se a sua idéia for alugar o imóvel, você vai ter que pagar Imposto de Renda sobre o aluguel. As alíquotas são progressivas e o pagamento é mensal, via carnê leão. Na hora de revender, você precisa pagar Imposto também sobre o ganho de capital, que pode variar de 0% a 15%. 
 
Se paga também o Imposto sobre Transmissão de Bens Móveis (ITBI), tributo municipal. Em São Paulo, ele é de 2%. Além disso, há todas as taxas de certidões e cartórios: na hora de vender, o proprietário do imóvel acaba pagando cerca de R$ 500 em certidões negativas.

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Se for para comprar, o valor sai por entre 1% a 1,5% do valor total, para lavrar e registrar a escritura.
 

5. Conheça os Riscos:
 
Você se animou para comprar um imóvel e investir? Então vá com calma e pesquise bastante. Na hora de comprar um imóvel na planta, procure sempre fechar o negócio com empresas sólidas e tradicionais do mercado, você não vai querer correr o risco de a empresa falir e o seu investimento ir por água abaixo. 
 
Uma boa forma de entender o funcionamento da empresa é analisar seu histórico, pontualidade na entrega das obras e reclamações de cliente. E na hora de fechar o negócio, tenha sempre uma assessoria jurídica. Não dá para assinar um contrato que não tenha sido analisado antes por um advogado!
 
6. E as Vantagens?
 
O principal benefício percebido na hora de investir em imóveis é a sua solidez. “É um patrimônio que não pode ser congelado, confiscado, resiste a crises financeiras, firme como um tijolo!”, defende o diretor da Esser. 
 
Segundo ele, o mercado atualmente vem passando por um momento muito bom: “os imóveis estão dando um excelente retorno, bem acima de uma aplicação financeira”. Na avaliação da incorporadora, um investimento de longo prazo no mercado imobiliário pode atingir uma rentabilidade média de 20% ao ano, um retorno bem maior do que a taxa atual de juros do Brasil, de 7,5%.
 
Gostou das Dicas? Então conte para nós as suas dúvidas, vamos ajudá-los a investir em imóveis!